Começo
por dizer que tenho uma conta no Facebook. Confesso, porém, que nem sei bem por
que a mantenho. Há cerca de dois anos tive de a abrir por razões profissionais,
para aí colocar e partilhar um pequeno texto de minha autoria. Desde então,
passam-se meses sem a abrir, apesar dos constantes lembretes que recebo sobre
os pedidos de amizade que esperam por resposta. Ontem, por exemplo, fui lá e “despachei”
o expediente, num rápido. Tenho de confessar, também, que não conheço bem as
funcionalidades da aplicação e que fico surpreso sempre que ouço pessoas dizerem
que a visitam dezenas de vezes ao dia, aí colocando todas as suas vidas. Fico
com a sensação - exagerada, certamente - de que para tais pessoas o Facebook é quase tão importante como
o ar que respiram.