O
plano era simples. Sábado de manhã, com calçado apropriado, ir ao posto de
turismo buscar informação sobre o Parque Nacional do Alvão e partir para longas
caminhadas. Mas, como diz o ditado, “a ração não é para quem a talha, mas para
quem a come”.
Quem
não gosta de mostrar a visitantes a cidade onde nasceu e cresceu? Isso
acontecia com H., que nos levou a conhecer alguns cantos históricos e
pitorescos de Vila Real. O plano estava alterado, mas nem por isso o programa
foi menos interessante. Pelo meu lado, fiquei com vontade de lá voltar e
usufruir do aconchego desta pequena cidade cheia de história … e de “estórias”
(o seminário maior das 365 janelas; o escudo dos Távoras limpo pelo Marquês; a
coleta dos 100 contos para colocar o primeiro elevador num prédio de Vila Real,
edifício que hoje é considerado uma aberração em plena zona histórica; a
taberna da Baca Belha, onde conhecemos o C.G., um inglês há quinze anos na
cidade, com uma visão muito própria da cidade e do país …).